João Evangelista Cunha diz porque é candidato a vereador em Guimarães

06.07.2016

João Evangelista Cunha concede entrevista ao editor do Blog Vimarense, Nonato Brito

 

João Evangelista Cunha diz porque é candidato a vereador e apresenta as suas propostas nesta entrevista concedida ao editor do Blog Vimarense, Nonato Brito.

Nascido em Guimarães, João Evangelista lança-se pela primeira vez como candidato a vereador. Filho de José Rijomar Nunes da Cunha e de Alzira Soares Cunha, já falecida, João Evangelista Cunha tem 39 anos e é administrador de empresas.

 

Blog Vimarense - Por qual partido o senhor será candidato a vereador?

João Evangelista Cunha - Pela primeira vez, sou pré-candidato a vereador pelo PMN, que está registrado com o número 33. Pretendo lutar pela saúde pública de qualidade e educação como forma de mudança e melhoria para que todos tenham oportunidades iguais.


O senhor tem sua origem em Cumã?

Minha origem é em Cumã. É origem humilde, tive uma infância abalada pela tragédia do barco Lima Cardoso que vitimou minha mãe, um irmão e dois primos. Temente a Deus, aprendi desde cedo a sobreviver com ajuda do meu pai e irmãos.

 

Em quais escolas de Guimarães o senhor estudou?

Estudei em escolas públicas de Guimarães Dr. Henrique Bello, Tancredo Camargo e Nossa Senhora da Assunção.

 

Onde o senhor concluiu o seu curso de Administração? 

Na Faculdade Atenas Maranhense, em São Luís.


Quais experiências o senhor traz para o mundo da política?

Servi o Exército Brasileiro aos 18 anos e me qualifiquei reservista de 1ª categoria como atirador de morteiro pesado, recebendo atestado de Bom Comportamento. Em São Luís, trabalhei na empresa Vale do Rio Doce por 8 anos e no comércio por 12 anos, hoje empregado no departamento de compras do Grupo Centro Elétrico.

 

O senhor já teve alguma militância política antes de abraçar a candidatura a vereador?

Fui militante político ao lado do meu tio e ex-vereador Clóvis Nunes Cunha, e da minha prima ex-vereadora Lourdes Camargo. Nossas famílias tiveram participação direta nas campanhas de Celso Coutinho e Padre William.

                                            

Por que o senhor resolveu entrar na atividade política?

Esta é uma pergunta que tenho que responder quase todos os dias. Como uma grande parcela da população, sempre achamos que política não é para nós e, assim fazendo, deixamos para outros a tarefa de cuidar de nossa cidade, nosso estado e nosso país, sem sequer cobrar destes, aquilo que nos prometeram fazer quando das eleições. Cansamos de ver se repetirem a cada quatro anos os mesmos agentes políticos, sai um, entra outro e nada muda. O que fizeram por Guimarães? É claro que fizeram algumas coisas, mas, o que mais nos incomoda e nos deixa indignados é a quantidade de coisas que deixaram de fazer. É pelo descontentamento com este estado de coisas, apenas para citar algumas: falta de escola técnica, falta de atendimento de qualidade na saúde pública, falta de compromissos com obras paradas de outras administrações, falta de guardas municipais, falta de investimento e incentivo à agricultura familiar, falta de uma clinica especializada para  mulheres,  falta de investimento e incentivo ao turismo da região, falta de mobilidade urbana, falta de investimento e incentivo de projeto ao pescador vimarense.

 

Quais as suas propostas políticas?

Resolvi participar da política com o compromisso de fazer a boa política, aquela que zela pelos interesses do povo e que respeita os recursos públicos. A política que prestigia a competência e a meritocracia. A política de resultados, onde promessas e compromissos são deveres e precisam ser entregues. A política da transparência, do respeito à opinião contrária. A política do bem.

 

Por que o senhor afirma que é uma terceira via?

Somos uma terceira via, ou seja, não fazemos parte da administração atual e nem da oposição. Isto não quer dizer que estamos fechados ao dialogo, como às vezes ouço falar por aí. A conversa faz parte da política e é o que mais temos feito. Temos um projeto e todos àqueles que quiserem apoiar este projeto serão bem vindos. Assim, como terceira via que somos não vemos problema nenhum na participação de três, quatro ou quantos candidatos se dispuserem, pois vivemos em uma democracia e as pessoas, grupos e instituições são livres para se fazerem representar e defender suas ideias e propostas da forma e quantidade que melhor lhes convier. Cabe ao povo escolher quem julgar melhor para cuidar dos interesses sociais da nossa cidade. Guimarães merece muito mais e é para isto que estamos construindo um projeto novo, com princípios e ideias novas, que prestigie o desenvolvimento e resgate a confiança dos vimarenses em dias melhores.

 

Obrigado pela entrevista.

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