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VIMARENSE INTEGRA CORAL MARANHENSE EM CONGRESSO INTERNACIONAL DE COROS LITÚRGICOS

  • Foto do escritor: Blog Vimarense
    Blog Vimarense
  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

Yarllem, neto da professora Raimunda, a querida Mundinha de Chegado, representa Guimarães em encontro que reuniu mais de mil coralistas do Brasil e do exterior


A voz de Guimarães também ecoou em Campinas, no interior de São Paulo, durante o 1º Congresso Internacional de Coros Litúrgicos, realizado entre os dias 28 e 30 de agosto. Entre os 20 coralistas maranhenses que integraram o Coral Vox Angelis, estava o vimarense Yarllem, levando consigo não apenas a música, mas também uma história construída entre a fé, a igreja e a tradição de sua terra.

Neto da professora Raimunda, carinhosamente conhecida como Mundinha de Chegado, Yarllem tem uma relação antiga com a música religiosa. Desde muito jovem, já cantava na Igreja Católica em Guimarães, onde começou a desenvolver sua sensibilidade musical e a descobrir, por meio do canto, uma forma de expressar sua fé.

Agora, anos depois, aquela voz que começou a ser ouvida nas celebrações religiosas de sua cidade chegou a um palco internacional, ao lado de coralistas de diferentes partes do Brasil e do exterior.

Maranhão presente

O Coral Vox Angelis representou o Maranhão no congresso, que reuniu mais de mil coralistas e contou com a participação de grandes nomes da música coral e litúrgica, entre eles Danilo Delkiaro, Clayton Dias e Mons. Marco Frisina, renomado compositor e regente do Coro da Diocese de Roma.

Ao longo da programação, os participantes tiveram a oportunidade de participar de palestras, testemunhos, oficinas musicais, celebrações eucarísticas e de um grande concerto.

Mais do que um encontro musical, o congresso proporcionou momentos de formação, espiritualidade, convivência e troca de experiências, reunindo pessoas que têm no canto uma maneira de celebrar a fé.

Uma voz que carrega uma história

Para Guimarães, a presença de Yarllem nesse encontro representa algo que vai além da participação individual. É também o reconhecimento de uma trajetória que começou ainda na juventude, nas igrejas de sua terra natal.

A música que um dia foi cantada nas celebrações de Guimarães atravessou fronteiras e chegou a Campinas. E, com ela, foi também um pouco da história de uma família, da memória da professora Mundinha de Chegado e da tradição religiosa de uma cidade onde a fé e a cultura caminham lado a lado.

 
 
 

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